Fabyana Assunção

Sou do dia

3 03UTC setembro 03UTC 2011

Definitivamente eu sou do dia, ou já virei uma kiwi. Ficar até 4:30 da manha na rua ou mais depois de horas e mais horas em pé me rendeu três dias de puro cansaço. E agora uma desagradável dor de garganta. Ou seja, final de semana quieta e em casa, vendo TV.

Depois de uma semana de férias do curso, as aulas voltaram e para o meu desespero vou ter aulas as sextas à noite. Isso acabou com os meus planos, significa não poder trabalhar na sexta e nem poder viajar aos finais de semana. Mas enfim, se decidi ficar e fazer o curso, vou até o fim e buscar fazer o melhor.

A semana tem passado muito depressa, e isso está me assustando. Por isso resolvi ficar quieta hoje. Entrei num ritmo que se eu não mudar agora, não darei conta de fazer tudo o que preciso. Na verdade, tenho que me disciplinar e estudar toda semana, adiantar trabalhos e agora entrar de cabeça num projeto. Ou seja, usar o menos possível facebook, MSN ou skype.

Acho que vou precisar de toda a concentração possível para levar este restante de ano, principalmente depois da decepção dessa semana. Aliás, nem sei por que ainda me decepciono. O que parecia bom, na verdade era um belo de um conto do vigário. Até agora não acredito que ouvi o que ouvi e com a maior naturalidade possível. Antes eu não soubesse inglês, assim não teria ficado tão abismada com o que ouvi.

De qualquer forma, a situação me fez crescer um pouco e repensar as minhas atitudes passadas. Preciso acabar com essas repetições, e quem sabe não estou aqui para isso? No mais a semana foi de despedida e presente, matar saudade de amiga, conversas e filme aqui em casa e dor de garganta. Ganhei um ursinho de pelúcia do meu amigo que voltou para o Brasil. Almocei com a Sophie, que voltou da França e comi pipoca e vi desenho com a Karina e a Carol aqui em casa, regada a muita conversa. Que venha a próxima semana! Com feriado no Brasil e evento na embaixada aqui em Wellington.

A vida é feita de surpresas

21 21UTC agosto 21UTC 2011

Estou vivendo um momento realmente bom. E quando estamos bem, atraímos coisas boas. Inclusive neve. Gastei tanto para ver a neve e duas semanas depois ela chegou até a mim. Momento histórico de Auckland, não nevava na cidade há quase 50 anos. E foi simplesmente o máximo estar na rua nesta hora.

Por ironia do destino, só pude presenciar isso porque tinha prova e saí mais cedo do trabalho para estudar. Por se falar em prova, terminei a primeira parte do curso e agora terei uma semana livre de aulas, mas em compensação será o tempo para pagar o curso e… bem, não terei tempo para nada, porque as noites estão todas tomadas. Segunda-feira fotos noturnas; terça-feira, prática de forró e aniversário do meu amigo, na quarta-feira, forró; na quinta-feira, jantar (se não for cancelado de última hora) e na sexta-feira, trabalho.

Acho que sete dias serão poucos para a minha semana, mas tudo bem. Só de pensar que a semana passada valeu à pena (final de provas, forró com pessoas especiais, e uma saída na sexta que foi mais que sensacional), estou pronta para enfrentar a semana que começa hoje.

Ontem recebi um convite para jantar e foi uma experiência extremamente agradável. Não me lembro de ter tido um convite assim, com toda a mordomia que eu tive. E hoje foi dia de missa. Eu e meu amigo Douglas, que já está quase voltando para o Brasil, fomos rezar. Na verdade eu fui agradecer, porque no dia que eu estava pensando em voltar eu fui lá. E agora que está tudo transcorrendo naturalmente, é preciso agradecer também, né?

Agora estou aqui precisando escrever uma matéria para a revista brasileira e já pensei mil maneiras de começá-la e não consegui achar a melhor maneira. Odeio dias assim. Acho que vou começar pelo final, que sabe funciona?

Leve…

12 12UTC agosto 12UTC 2011

Assim posso definir esta semana. Impressionante como estou me sentindo leve e feliz. Nada como uma oportunidade, aceitar correr o risco, dormir um final de semana inteiro para recuperar do tombo, com uma pausa para o jogo do All Blacks para sentir a felicidade bater a sua porta. Ou melhor, à minha porta.

Depois de muita dor na cabeça e me arrastar pelas ruas de Auckland consegui descansar e ficar nova em folha. Ao menos espero que nenhum parafuso tenha ficado pela neve. Na verdade, acho que o meu corpo precisava de descanso e ele não teve, por isso fui piorando ao invés de melhorar. Mas enfim, estou pronta para ir para a neve de novo.

A pausa no repouso para o jogo do All Blacks foi outro fator influenciador na minha melhora. Apesar de não entender nada de rugby, deu para ter certeza da extrema qualidade da seleção neozelandesa. Ir ao estádio de rugby é experimentar uma sensação diferente e presenciar um belo espetáculo.

Agora o risco: Troquei um trabalho onde não estava feliz por um que não sei se terei após três semanas, mas resolvi correr o risco e o resultado foi extremamente benéfico para mim. Trabalhei muito, mas em compensação estou me sentindo muito mais disposta. E, além disso, meu celular continuou tocando em virtude de e-mails já enviados. Nada de concreto ainda, mas a energia está circulando.

Tirando que semana que vem tem prova final e eu passei a sexta inteira estudando, tive um belo dia ontem (quinta-feira). Nada melhor do que estar entre amigos e fazer uma comidinha. Isso mesmo eu cozinhei para chefs! Pelo menos elogiaram minha comida, nem que seja só para agradar. Mas de todo jeito foi bem agradável sentar, conversar e fazer novos amigos. Agora é me preparar para um final de semana ocupado com treinamento, preparação para as provas e aniversário.

Tour no Auckland Hospital

3 03UTC agosto 03UTC 2011

Se tem algo que eu odeio e remedio e medico. Bem, dependendo do medico eu posso ate gostar, se for gatinho… Mas enfim, acabei indo parar no medico ontem. E para ouvir o obvio: tome remedio para dor, voce teve uma “concussion”, se piorar volta para ser atendida. Se eu piorar e tiver que esperar o tempo que esperei no hospital ontem, acho que morro na fila do SUS daqui.

Na minha opiniao eles nao dariam conta de trabalhar no Brasil nao. Se com umas 6 pessoas na minha frente, levei quatro horas no hospital, imagina no Brasil que as vezes tem 50, 100! Eu nao queria ir ao medico, meio que fui obrigada. Mas fui, conheci o hospital, preenchi ficha, recebi atestado e tomei uns quatro remedinhos la. Boa a tatica deles, voce toma o remedio antes de ser atendida, quando e atendida ja esta melhor e o medico te manda para casa.

Mas como tudo tem seu lado bom, alimentei-me antes de chegar ao hospital, consegui um taxi rapidinho para voltar para casa, com um motorista gente boa e hoje a minha professora ainda ligou para saber como eu estava. Nao admite eles nao terem feito um raio x, mas como obrigo o medico a fazer um raio x? Ainda mais em outro pais?

Para todos os efeitos, estou melhor, mas ainda com dores na cabeca. Acho que preciso descansar, tentar dormir mais cedo. Vamos ver o que acontece. No mais, recebi uma carta da minha mae hoje e me bateu uma super saudade dela. Estou tao longe que as vezes isso me preocupa. Agora e descansar e me preparar para o jogo do All Blacks no sabado. A semana voou.

4 meses e minha primeira viagem na Nova Zelândia

2 02UTC agosto 02UTC 2011

Definitivamente minha vida aqui está uma loucura. Por isso, meu diário de bordo está virando mais um mensal de bordo, mas tudo bem… Vamos às novidades! Estudar e trabalhar é complicado em qualquer país do mundo. Posso afirmar isso com toda certeza depois de quatro meses em terras kiwis.

Ser imigrante não é fácil, mas pode se tornar uma experiência maravilhosa se souber aproveitar.  O curso está chegando ao final da primeira parte, e com isso passei semanas e finais de semana na frente do computador e rodeada de papéis e livros para fazer os trabalhos que os professores pediram. O último foi ontem, que saiu até bem levando-se em conta que ele foi feito às 5 da matina do mesmo dia, com dores, cansaço e sono. Terei o resto dessa semana para descansar e semana que vem é investir para estudar para as provas e… uma semana de folga. Poderia ser pior, né? Pelo menos terei uma semana.

Confesso que tem horas que me pergunto o que estou fazendo aqui, mas se estou aqui é porque tinha que estar e algo muito bom terei no final disso tudo. Nessas horas Deus é o único a quem recorro. Por se falar nisso, tenho frequentado mais a igreja aqui do que frequentava no Brasil. Talvez para aliviar as tensões, os medos… Mas é bom, ajuda. E numa dessas idas a igreja é que senti como isso é bom, logo depois vieram as coisas boas de novo para eu me animar e seguir em frente.

Entre um trabalho e outro, consegui ver o documentário do Senna. Realmente muito bom, conheci um lado dele que nunca vi ou não me lembrava. Segundo informações, ele vai entrar em cartaz nos cinemas daqui.  Depois disso, fui sorteada no curso e ganhei ingressos para uma partida da Copa do Mundo de Rugby. Amazing! Agora é ver quem vai me acompanhar.

E finalmente viajei! Fui ver a neve e descobrir se ela é macia ou não. E decobri isso da pior forma possível. Com diversos tombos esquiando ou fazendo snowboard. Melhor dizendo, tentando. Mas foi a melhor coisa que fiz aqui nestes quatro meses. A turma da viagem perfeita, pessoas maravilhosas.  Simplesmente não tem nem como explicar, só que a Bglobal conseguiu colocar num mesmo lugar pessoas com um astral tão bom que fez a viagem valer a pena em todos os sentidos. Até nos tombos!

Aqui estou eu, de volta a Auckland e à vida normal, cheia de dores e pensando se vou ao médico ou não olhar a minha cabeça. Detalhe, em um dos tombos a primeira parte do corpo a chegar no chão foi a cabeça. A dor foi tão grande que não senti mais nada bater no chão, só queria segurar minha cabeça. Decidi esperar o resto desse dia e ver o que acontece com ela. Mas como tudo tem seu lado bom, os amigos estão sempre por perto para dar uma ajudinha. O Fernando sofrendo para me ajudar a levantar ou puxando a prancha e a Larissa, o Dinho, o Felipe, a Karina e outros que estão sempre por perto para dar apoio.

 

Mudança e observações sobre Auckland

23 23UTC junho 23UTC 2011

As semanas aqui parecem que passam mais rápido do que no Brasil. Não sei por quê. Já estou na sexta-feira, 24 de junho de 11. E isso quer dizer que amanhã completo três meses de Auckland. E se eu for pensar em tudo o que me aconteceu desde o último post… Melhor não, mas vou escrever um pouco, dando um pequeno panorama da minha vida de imigrante.

Depois de passar duas semanas desapontada, o trabalho, a correria da escola e a mudança me fizeram ficar mais leve. O que chega a ser incoerente, mas fazer o que, se cabeça ocupada não pensa besteira ou, ao menos, não fica remoendo as dificuldades ou tristezas. Pois então, mudei! Agora tenho meu próprio quarto e cama, armário e banheiro e o melhor de tudo: converso em inglês.

O engraçado é que uma semana convivendo aqui e o inglês já voltou a vir naturalmente. Hoje conversando com uma amiga no Brasil, quando percebi estava escrevendo a frase inteira em inglês (apaguei, é claro, mas foi no automático). E foi conversando com ela que me vi mais confiante perante a vida. Quase três meses aqui, e estou me virando e sem medo. Às vezes bate uma certa insegurança do tipo “estou fazendo a coisa certa”, mas se estou aqui, quero ver até onde eu vou. E espero ir longe e bem. Agora é só uma questão de foco, que talvez tenha perdido neste período meio conturbado da minha viagem.

O lado bom é que estou trabalhando e aos poucos mais convites estão aparecendo, só preciso agora traçar minha estratégia, uma vez que além da escola que trabalho, ainda ofereço outros serviços como viagens, visto, passagens aéreas e acomodação. Diversifiquei meus serviços.

Mas quem está lendo aqui não está interessado no que eu estou fazendo e sim na Nova Zelândia, creio eu. Cultura diferente e gente diferente. Outro dia vi uma senhora dirigindo um ônibus e achei o máximo, primeiro por ser mulher e segundo pela idade. Ou seja, os idosos têm vez neste país. A outra coisa que acho que vale a pena comentar é sobre atropelamento. Meu caro leitor(a), se você vem para cá e acaba sendo atropelado, cuidado! Se você estiver errado, vai ser você quem vai pagar a conta do conserto do carro e também a do hospital. Em suma, pedestre imprudente é punido assim como motorista imprudente. No mais, espero ter internet neste final de semana, preciso fazer um monte de pesquisa e sem internet, impossível.

Despedida e crise dos 3 meses

8 08UTC junho 08UTC 2011

Tem coisas que me surpreenderam nesta segunda vez aqui em Auckland. Confesso que esta experiência está sendo bem diferente da outra e que às vezes dá uma vontade enorme de jogar tudo para cima e ir embora. Ok. Não é bem assim, mas me pergunto o que estou fazendo aqui.

Acho que estou na crise dos três meses, mesmo não tendo completado três meses ainda. Tem horas que dá um medo, mas aí levanto a cabeça, espanto o medo para o lado e sigo em frente. A única certeza que tenho é que estou aqui, preciso ir bem no meu curso e conseguir me sustentar. O resto, o futuro dirá.

A primeira despedida chegou. Minha flatmate está voltando para o Brasil. É muito estranho, porque isto me fez lembrar que aqui vai ser sempre assim. As pessoas vão, aos poucos, indo embora e você vai ficando, até o dia que chega a sua vez. Enfim, é triste se despedir.

Muita coisa mudou da primeira vez que vim. Não sei se foi o terremoto de Christchurch, mas o certo é que o que tenho visto de gente pedindo dinheiro nas ruas chega a ser absurdo para o país, principalmente se eu comparar com a minha primeira visita. O máximo que via era gente cantando, agora é gente dormindo e pedindo dinheiro mesmo.

Além dessa mudança na cidade, mudou também minha vida. Nada de passeios, viagens… Mas sim corrida atrás de emprego, encontrar moradia, encontrar o meu lugar. E sinceramente, nem sempre é fácil se achar.

A espera acabou

2 02UTC junho 02UTC 2011

Na verdade a espera acabou já faz quase uma semana. Na quarta-feira passada eu tive a notícia de que meu visto foi aprovado e na sexta, 27 de maio, eu recebi meu passaporte com meu adesivo lá: múltiplas entradas e permissão de trabalho. Agora é oficial, tenho visto de um ano para permanecer na Nova Zelândia. E é agora que vou ver onde é que eu me meti.

Vou dizer uma coisa: vida de imigrante não é fácil. O primeiro mês foi o stress de ter um lugar para morar, depois a questão do trabalho, da matrícula na escola, da aplicação do visto. Essa parte é melhor nem dizer, porque foi realmente um caso a parte. Acho que nunca passei tanta raiva na vida (ou pelo menos como esta foi a mais recente, foi a maior).

Visto na mão, as preocupações mudam. Achar emprego, negociar contrato, ver o que posso fazer para me sustentar aqui e por aí vai. Na verdade, a vida real aqui é igual à do Brasil, ou talvez pior, por estar em um país diferente, com leis diferentes e a milhares de quilômetros da sua casa ou da sua família. Enfim, alegrias, tristezas, decepções e surpresas acontecem da mesma forma que no Brasil. E acho que é isso que faz a gente mudar, crescer…

Posso dizer que hoje eu estou orgulhosa de mim. Depois de umas decepções (nem sei se esta seria a palavra mais adequada), resolvi levantar a cabeça e seguir em frente e encontrar meu caminho. Aos poucos estou aprendendo a me colocar em primeiro lugar e correr atrás do que eu vim buscar aqui. E olha que está dando certo. O que fiz de sábado para cá tem me surpreendido bastante.

O que estou fazendo agora é definitivamente aprendendo a me virar sozinha por aqui, usando meu inglês e minha vontade de vencer. Dá medo, quero compartilhar às vezes com alguém, dá vontade de chorar e às vezes dá vontade de pular. Acho que no final das contas é assim. Sou nova e ainda tenho que passar por muitas coisas aqui na terra dos kiwis. E o apoio aparece de onde a gente menos espera.

5 dólares

22 22UTC maio 22UTC 2011

Isso mesmo, este é o meu valor preferido: 5 DÓLARES NEOZELANDESES. Depois de um sábado meio chato que terminou com uma baita dor de estômago, fui às compras no outlet daqui. E me segurei para não comprar mais.

Dica para quem está em Auckland ou vem para cá: se não quiser gastar dinheiro, não vá ao Dress-Smart. Este é o local onde você compra o que não precisa e volta para casa pensando que podia ter comprado mais.

Só para ter uma idéia, comprei sapato e saia por five dollars. Legging por nove e um sapato de salto altíssimo (última moda) por 15. Eu não sabia o que era isso até hoje. Porém é um perigo!

Agora estou aqui em casa, morta de cansaço, mas melhor do mal que passei ontem e pensando que amanhã é segunda-feira e começa tudo de novo. Acho que o momento agora é de mudar de foco, ou melhor, o momento é de focar e estudar.  Seguindo em frente, sempre, e sem medo de errar. Ou eu deveria dizer de comprar?

Espera

21 21UTC maio 21UTC 2011

Faz um longo tempo que não venho aqui. Não por não ter o que dizer, mas talvez por ter demais e não saber por onde começar. O título deste post resume o que estou fazendo aqui: esperando meu visto chegar. Depois de muito estresse, fiz minha matrícula no curso de business e apliquei o visto de trabalho para um ano.

O grande problema é a ansiedade desta espera. Como me falaram que em cinco dias úteis o resultado sairia, eu fiquei confiante. Só que já tem 10 dias e nada. Enquanto isso, continuo na espera. Por um lado, foi ótimo ter acontecido isso porque eu procurei várias coisas e vi novas oportunidades.

E enquanto espero, vou vivendo os dias aqui. O curso de business começou e acho que foi uma boa escolha. Vai me ajudar bastante, principalmente com a formalidade das empresas. Daqui a pouco a rotina vai mudar e ficar como no Brasil: estudo e trabalho, provas, trabalhos e contas para pagar. Se bem que as contas para pagar já estão acontecendo, uma vez que comprei aqui e adoro comprar.

Mas o mais emocionante destes últimos dias foi o jogo de rugby. Finalmente consegui ir a um estádio e sinceramente amei, apesar de não entender nada de jogo. Impressionante a grandiosidade do Eden Park (vai ter Copa do Mundo lá) e impressionante também a educação e organização dos torcedores. Vi uma partida entre Blues e Stormers. É simplesmente um show a parte.

Agora estou me despedindo de mais uma semana aqui, pois o domingo está a caminho. Justamente o domingo que eu partiria de volta para o Brasil. Abri a passagem e agora eu realmente não sei quando volto. Aproveito o tempo que estou aqui para ir treinando o inglês e buscando aprender mais e mais.

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