Fabyana Assunção

21 de abril

21 21UTC abril 21UTC 2009

Poderia colocar qualquer outro título aqui, mas o que me veio a cabeça foi a data de hoje. Estou vivendo a mil por hora. O jornalismo e as aulas de inglês têm tomado um pouco de tempo. Fora as horas que passo na internet, somente navegando ou conversando no MSN. Mas estes dias têm sido particularmente estranhos para mim. Estou vivendo um misto de introspecção e ao mesmo tempo vontade de fazer tudo ao mesmo tempo.

A vida social tem andado até movimentada, em vista do que já foi. Os programas estão aparecendo. Mas estou numa fase de questionamento incrível. Pergunto-me o porquê das coisas e o que pode acontecer, como e quando. E é óbvio que não tenho estas respostas. Por não tê-las, acabo entrando num conflito interno indescritível. A única coisa que sei é que num momento destes, o melhor é esperar e só tomar decisão quando ele passar.

Enquanto ele não passa, gasto meu tempo lendo, encontrando com os amigos, dançando, organizando minhas coisas e visitando os bares participantes do Comida di Buteco deste ano. Mas garanto que a leitura é que está me chamando mais atenção. Finalmente consegui emprestado o “Comer, rezar, amar”, da Elizabeth Gilbert. Tem quase um ano que quero ler este livro, e como muita gente falava que tinha, eu fiquei esperando a boa oportunidade de pegá-lo emprestado.

E estou amando. Amando porque é uma história real, porque é bem escrito e porque mostra que todos os seres humanos passam por dramas em suas vidas, sendo alguns bem semelhantes aos dos outros. Quero ir com calma na leitura, mas ao mesmo tempo corro, porque a curiosidade é enorme. De qualquer forma, acho que se você ainda não leu, leia-o.

Enfim, hoje são 21 de abril, dia de Tiradentes. Dia em que Tancredo Neves morreu. Dia em que a capital de Minas é transferida para Ouro Preto. No entanto, para mim foi mais um dia de questionamentos, de sonhos, de esperanças, de ouvir os mantras de um CD que acabei de comprar e de agradecer a Deus pelas coisas boas que têm me acontecido. E quem sabe as respostas não virão mais rápidas do que imagino?

 

 

Livros

22 22UTC março 22UTC 2009

A leitura sempre traz alguma coisa de interessante para o nosso imaginário. Por isto, na maioria das vezes, os filmes não conseguem ser tão bons quanto os livros. Isto aconteceu na trilogia de O Senhor dos Anéis (gostei muito do filme, mas adorei o livro) e também nos filmes de Harry Potter (custei a me acostumar com o ator que faz Potter, ele não é bem o Harry que minha mente criou) e em vários outros que nem vou citar aqui. Como tenho lido bastante nos últimos tempos, o post de hoje será dedicado aos livros.

Acabei de ler Diamantes do Sol, da Norah Roberts. Ela mostra uma Irlanda mágica e linda, que me deu vontade de conhecer. Mas o que mais me chamou a atenção foi sua personagem, Judy Murray. O que ela fez com a vida dela foi próximo ao que eu fiz com a minha, mas confesso que ela se deu melhor do que eu com seu Aidan. Quem sabe resolvo ir para a Irlanda? Vai ver só o destino da minha viagem que estava errado.

Brincadeiras a parte, é impressionante como alguns personagens se identificam com a gente e mais impressionante ainda como criamos as imagens daquilo que estamos lendo. O livro anterior a este também conta com irlandeses também, Anybody out there, sem tradução ainda para o português. E por coincidência o personagem homem tem o mesmo nome, Aidan. Os dois livros são fascinantes, envolventes e se quiser ler alguma coisa para apenas se distrair, leia-os. Ler pode nos levar a outros mundos e isto faz bem para o coração.

Mas se quiser ler algo maluco, leia o livro que estou lendo agora e divirta-se realizando as propostas do autor, como ligar um número aleatório e puxar conversa, inventar uma outra vida e por aí vai. Não sei se vou fazer alguma coisa, mas pelo menos meu lado maluco pode achar legal e seguir a risca as “101 Experiências de Filosofia Cotidiana”, do francês Roger-Pol Droit.

Já estou me preparando para o próximo livro, que deve ser Comer, rezar, amar. Sempre troco o nome do livro, mas é este que quero ler. Boas leituras e viagens por mundos distantes para você!

Incoerência

15 15UTC março 15UTC 2009

O post de hoje será mais um protesto do que qualquer outra coisa. Como alguns devem saber, o meu prazer pela escrita virou profissão. Profissão esta regulamentada por lei (que alguns estão tentando acabar com a exigência do curso superior, mas isto é outro ponto) e que por isto nos obriga a pagar o imposto sindical uma vez por ano.

O imposto sindical é uma contribuição obrigatória ao sindicato da categoria, que exige o pagamento de um dia de serviço de todos os profissionais com vínculo empregatício ou não. Quem trabalha em empresa, pode ter o valor descontado no pagamento. O profissional autônomo precisa pagar direto ao sindicato, que estipula um valor. E é sobre este valor que venho protestar aqui.

Desconheço o valor cobrado por outros sindicatos de jornalistas e da maioria dos sindicatos. Mas acho que ele deveria ser ao menos compatível com o piso da categoria. Levei um susto quando vi o valor cobrado em Minas Gerais. Uma profissão que tem o maior piso no valor de R$ 1.422,09 e que o profissional é obrigado a pagar R$ 120,00 de imposto sindical, é, no mínimo, incoerente.

Na edição do Pauta de fevereiro deste ano, foi destacado que foram mantidos os mesmos valores de 2008. Na minha opinião, estes valores deveriam ser revistos para estarem compatíveis com a categoria. O ideal seria dividir o valor do piso por 30 dias, como é feito em outro sindicato que conheço. Os jornalistas estão pagando mais de contribuição sindical que uma categoria que tem o piso quase três vezes superior ao nosso.

O mesmo acontece com a anuidade do sindicato. Um absurdo para os padrões da profissão. Conheço várias pessoas que deixam de se sindicalizar pelos valores da anuidade. Acho que está na hora desta nova diretoria rever a posição. Valores menores podem trazer mais associados e assim fortalecer a luta. Caso contrário, a situação pode piorar. Nossa profissão é ingrata quando se trata de mercado de trabalho e salários. E se o sindicato não contribuir para isto, ficará cada dia mais esvaziado.

Dois pesos, duas medidas

11 11UTC fevereiro 11UTC 2009

Não quero entrar no mérito da questão da condenação de Cesare Battisti, mas não posso ficar sem comentar este caso que está abalando as relações diplomáticas entre Brasil e Itália. Por isto, este será o tema de hoje.

Pela tarde vi um programa na Globonews que discutia exatamente a questão da não extradição do condenado na Itália por quatro homicídios. Battisti está preso no Brasil há mais de um ano e o governo não quer mandá-lo para seu país de origem onde já foi condenado. E é aí que vem os meus questionamentos sobre a posição do governo brasileiro.

Por que não mandá-lo de volta? Cesare foi condenado por homicídio. Por que mantê-lo preso aqui à custa do nosso dinheiro? E por que os cubanos que fugiram durante o Pan foram logo enviados de volta a Cuba? Só por que o nosso presidente é amigo de Fidel Castro?

Está havendo dois pesos e duas medidas para avaliar extradição de estrangeiros no país. Atletas são enviados prontamente, bandido fica no país? Já somos o País da corrupção, precisamos ainda de mais bandidos? Na minha opinião, já basta o que temos por aqui. Mas enfim, agora é aguardar a decisão da Justiça.

Copa do mundo no Brasil

8 08UTC fevereiro 08UTC 2009

Esta semana que passou integrantes da Fifa estiveram visitando as cidades candidatas a sediar a Copa do Mundo de 2014. Todas as cidades mostraram empenho em seus projetos, no entanto uma dúvida paira na minha cabeça: como será a questão de transporte no Brasil?

O Brasil é um país extenso, com uma diversidade cultural muito grande e com rodovias precárias e transporte aéreo caro (o mais alto do mundo, para ser mais exato). O governo já liberou verba para a construção do trem-bala que ligará São Paulo ao Rio de Janeiro. Minas sonha em construir o metro que ligará a Savassi ao Mineirao, em Belo Horizonte. E outras cidades também.

Mas de que adianta um belo projeto, hotéis, infra-estrutura, se o transporte no Brasil deixa a desejar? Será que vai haver uma política para redução de preço junto às companhias aéreas de forma a possibilitar que não só estrangeiros, mas brasileiros também consigam se deslocar para acompanharem os jogos?

E o preço dos ingressos? Locais de venda? Porque se for olhar os jogos que ocorreram em Belo Horizonte, não foi nada fácil comprar o tão sonhado ingresso para ver a nossa seleção jogar. É esperar para ver.

Fúria e destruição

25 25UTC janeiro 25UTC 2009

Acho que Noé estava certo quando construiu sua arca. O mundo vai acabar em chuva. Se não for o mundo, pelo menos algumas cidades brasileiras irão. O que temos visto nos últimos dois meses não é normal. Santa Catarina destruída pelas chuvas, e agora Minas Gerais e algumas cidades do Rio de Janeiro.

Eu sempre me gabava com meus amigos paulistas que aqui em Belo Horizonte não havia enchente, nem pontos de alagamento no período de chuvas, como acontece em Sampa. No entanto, minha felicidade veio por água abaixo (literalmente) no mês de dezembro de 2008.

A última enchente que me lembro eu era criança. Devia ter uns 7 ou 8 anos quando o ribeirão Arrudas transbordou. Vi as águas invadindo as ruas da janela do meu apartamento. Simplesmente olhei, também não tinha muita noção do que aquilo significava. A administração da época realizou um trabalho de canalização do rio, e até agora, que eu me lembre, não havia ocorrido mais enchentes de grande proporção em Belo Horizonte.

É claro que bairros mais afastados sofrem com as cheias dos rios, como o do Onça. Mas o rio Arrudas deu um tempo para quem mora às suas margens. Isto até o dia 31 de dezembro. Noite de ano novo, chuva torrencial, rio transborda, levando consigo carros, casas, asfalto, destruição.

Nesta última semana, pessoas ainda se recuperavam da última enchente, quando tiveram suas casas, lojas e carros inundados novamente pelas águas do rio. Os meteorologistas disseram que choveu 20% do que era esperado para o mês de janeiro. Bem, com as chuvas da primeira semana do mês, mais as outras pancadas dos demais dias, já deve ter chovido para o ano inteiro na capital mineira.

Não sei exatamente o que deve ser feito para evitar que novas enchentes aconteçam. Isto vai ficar a cargo do atual prefeito e sua equipe técnica. Enquanto esperamos providências, o jeito pode ser bater um papo com São Pedro e negociar chuvas mais fracas. Ou que pare de chover durante um tempo. Rezar para que a minha casa não seja atingida. Ou quem sabe fazer igual a Noé e construir uma arca. Ainda posso comprar um bote salva-vidas para o transporte na cidade.

Um turbilhão de pensamentos

30 30UTC dezembro 30UTC 2008

Estou a poucos minutos do último dia de 2008. Milhares de coisas passaram pela minha cabeça. Há um ano eu tinha acabado de chegar da melhor experiência da minha vida, cansada, mas empolgada com cada minuto vivido do outro lado do Atlântico. Quem leu meu blog sabe bem do que estou falando. No entanto, quanta coisa aconteceu nestes meses, quanta mudança. Parece que foi ontem, mas não foi. Milhares de coisas aconteceram nestes 12 meses.

Um ano de grandes mudanças, assim posso resumir 2008. Algumas foram visíveis, se é que assim posso dizer, outras foram internas. Foi um ano de trabalho, muito trabalho. De decepções, mas também de conquistas. Aprendi como o mundo é grande e como eu sou pequena e hoje, inconscientemente, eu assumi que sou uma mulher sozinha.

Fazendo uma retrospectiva, eu cheguei à conclusão de que sou sozinha. Os melhores e os piores momentos eu passei ou enfrentei sozinha (não quero parecer ingrata com algumas pessoas, sei que tenho amigos). E este ano eu precisei realmente ficar sozinha para enxergar como sou forte. Comecei o ano numa espécie de recolhimento. Sem carro, não tinha muito o que fazer. Meu réveillon foi dentro de casa e foi uma noite legal, porque, mesmo sozinha, eu estava feliz. Arrumei-me para 2008 e comentando isso hoje com uma amiga, ela perguntou: “você tinha esperança de aparecer algo de última hora?”. A minha resposta foi contundente: “Não, eu sabia que ninguém iria me chamar para nada, pois ninguém tentou armar algo comigo enquanto eu estava viajando ou antes”. E esta foi a realidade: enquanto estive sem carro poucos foram os convites para sair. Tinha dias que isto me chateava, mas no geral, acostumei a curtir a minha companhia.

E assim levei o resto do ano. Afastei-me de quem eu não me sentia a vontade, aprendi a sair sozinha, aprendi a curtir o filme, a pipoca, o livro. Pessoas reapareceram, outras sumiram. Amigos feitos em Cape Town continuaram amigos, outros simplesmente sumiram.  Pessoas que me eram muito caras mostraram-me que não mereciam os sentimentos, as considerações que tinha por elas. Outras me surpreenderam. Mas acima de tudo eu aprendi a ser mais leve.

Trabalhei e trabalhei. Alunos me ensinaram muito e vou guardá-los para sempre no meu coração. O jornalismo continuou presente na minha vida, minha maior paixão. Amo escrever e isto me realiza. Ou seja, consegui unir profissão com amor, paixão. Completei dez anos de formada. E foi justamente neste ano que assisti a uma colação de grau de jornalismo novamente. Foi como recomeçar, relembrando o juramento e ouvindo o discurso do professor sobre lead, sub-lead, bigode, as histórias reais que contamos todos os dias. Foi como uma injeção de ânimo ouvir aquilo e dois dias depois encontrar a minha turma. Aquela que conviveu quatro anos, que riu, brigou, chorou junta. Mais riu que chorou. Como é bom ver que todo mundo está bem e que nós continuamos rindo juntos!

Também foi um ano em que sofri, que meu coração se alegrou e chorou. Tomei algumas decisões quanto a relacionamento e uma delas é parar de investir sozinha. Conheci uma pessoa maravilhosa, de um jeito diferente, leve e divertido. Como foi bom! Mas algo aconteceu, e… Imaginava um réveillon diferente, mas infelizmente não será bem como eu desejava. Enfim, eu gostaria de estar mais radiante, mas meu coração chorou. Só que este ano foi definitivamente um dos melhores anos da minha vida, senão o melhor. Por isto, preciso comemorar e celebrar. Além disso, o início de um novo ano sempre traz esperanças, é sempre um período de renovação. E como dizem que a esperança é a última que morre… Vamos lá! E o que tiver que ser será.

Este deve ser o meu último post do ano. Tirando a minha viagem, este foi o post mais pessoal que escrevi aqui até hoje. É como se eu acabasse de me desnudar para quem quiser olhar. Já escrevi sobre política, economia, dor, morte, viagem, vida. E é vida que eu quero em 2009. Que 2009 seja muito melhor do que foi 2008. Realmente espero que o que não deu certo agora, eu consiga realizar no ano que vem, assim como cada dia mais eu evolua como profissional e como pessoa.

Tenha um excelente 2009! Muita paz, amor e saúde!

Obrigada

P.S.: O que eu vou escrever aqui no ano que vem? Bem, não sei ainda. Provavelmente será um mix de acontecimentos do mundo e da minha vida. O mesmo que vem acontecendo desde que comecei este blog.

O que estamos fazendo?

28 28UTC dezembro 28UTC 2008

Belo Horizonte está há mais de uma semana debaixo de chuva. Salvo algumas pequenas estiagens. O que temos visto é uma mudança climática com estações sem muita definição. Estamos em pleno verão e ainda não vi nada de verão. Onde está o sol? O calor?

A chuva dos últimos tempos trouxe destruição e nos mostrou que, se não cuidarmos do nosso planeta provavelmente nossos filhos e netos não poderão viver nele. Em todas as imagens das enchentes garrafas pet e sacolas plásticas estavam presentes boiando e comprovando o nosso descaso com a nossa própria vida.

A Terra é enorme e linda. Somos pequenos e arrogantes. Achamos que podemos tudo, mas a natureza vem aos poucos nos mostrando que não é bem assim. O aquecimento global pode acabar com ilhas, cidades, países inteiros caso a gente não tome atitude agora. Quem não se lembra do tsunami? Ou então de terremotos no Brasil? Santa Catarina foi arrasada pelas chuvas e agora cidades inteiras de Minas Gerais.

Se cada um fizer sua parte, podemos salvar o planeta. A Câmara de Belo Horizonte aprovou uma lei, e a partir de 28 de fevereiro do ano que vem os supermercados não poderão mais usar sacolas plásticas. Acho que este é um grande passo rumo à conscientização ecológica da população.

Já disse em outro texto que lá na África do Sul, se não levarmos nossa sacola, pagamos pela sacola de plástico do supermercado. Água, bem, lá eles dão bem mais valor do que nós aqui. Logo que cheguei, comprei uma sacola para fazer compras e recentemente ganhei outra de brinde. Estou preparada para a nova lei.

Se quisermos um planeta saudável, precisamos fazer nossa parte. Quero desenvolvimento sim, mas desenvolvimento sustentável para que daqui a 10, 20, 50 anos as futuras gerações ainda possam desfrutar das belezas naturais que temos hoje. Faça sua parte! Só assim conseguiremos manter o nosso planeta vivo.

Balanço de Natal

25 25UTC dezembro 25UTC 2008

Fim de ano é sempre época de reflexões e Natal deixa muita gente mais sensível, mais amorosa ou sentimental. Afinal de contas é quando comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. E também a chegada do Papai Noel.

Emociono-me com a solidariedade das pessoas, e tento fazer o que posso. Muito menos do que poderia, mas pelo menos tento. Eu levei um baque neste Natal, por isso não me sinto inteira e talvez não tenha aproveitado estes dois dias com a alegria no coração que deveria. Mas não deixei de rezar e agradecer a Deus por tudo de bom que me aconteceu este ano.

Há um ano, a esta hora eu já deveria estar dormindo lá em Cape Town, depois de um dia na praia e uma comida nem muito boa. Mas em boas companhias. Como este ano e em alguns outros, o espírito natalino não estava em mim. Ano passado conseguiu ser meu melhor Natal, sem a menor cara da data. Engraçado, né? Não sei explicar o motivo. O certo é que a correria do dia-a-dia há tempos não me deixa empolgar mais como antes.

Apesar de tudo, do Papai Noel não ter realizado meu pedido, ele me trouxe presentes durante o ano inteiro. E hoje eu ouvi um ritual de uma pessoa que me fez mudar de idéia sobre o balanço que eu ia colocar aqui. Esta pessoa disse listar as dez melhores coisas que aconteceu com ela no ano. Eu sempre faço lista de metas no último dia do ano, mas listar o que de bom aconteceu, nunca. Então vou deixar aqui hoje o que de melhor aconteceu comigo em 2008. Agradecendo a Deus por estas bênçãos e acreditando num 2009 melhor ainda. O meu balanço foi muito positivo e acho que vale a pena acreditar que o que não deu certo agora, dará em 2009.

Vamos lá, as dez melhores coisas que me aconteceram neste ano:

1.      Empregos

2.      Meus alunos

3.      Carro

4.      Mudança de casa

5.      Uma pessoa que me fez feliz

6.      Cachoeira

7.      Trilhas

8.      Vinho

9.      Viagens que fiz para Vila Velha e Manhuaçu

10.  Meu recolhimento durante um tempo, quando aprendi a viver comigo mesma e a não me submeter ao que não quero ou não me faz bem.

 

Balanço de Natal

Fim de ano é sempre época de reflexões e Natal deixa muita gente mais sensível, mais amorosa ou sentimental. Afinal de contas é quando comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. E também a chegada do Papai Noel.

Emociono-me com a solidariedade das pessoas, e tento fazer o que posso. Muito menos do que poderia, mas pelo menos tento. Eu levei um baque neste Natal, por isso não me sinto inteira e talvez não tenha aproveitado estes dois dias com a alegria no coração que deveria. Mas não deixei de rezar e agradecer a Deus por tudo de bom que me aconteceu este ano.

Há um ano, a esta hora eu já deveria estar dormindo lá em Cape Town, depois de um dia na praia e uma comida nem muito boa. Mas em boas companhias. Como este ano e em alguns outros, o espírito natalino não estava em mim. Ano passado conseguiu ser meu melhor Natal, sem a menor cara da data. Engraçado, né? Não sei explicar o motivo. O certo é que a correria do dia-a-dia há tempos não me deixa empolgar mais como antes.

Apesar de tudo, do Papai Noel não ter realizado meu pedido, ele me trouxe presentes durante o ano inteiro. E hoje eu ouvi um ritual de uma pessoa que me fez mudar de idéia sobre o balanço que eu ia colocar aqui. Esta pessoa disse listar as dez melhores coisas que aconteceu com ela no ano. Eu sempre faço lista de metas no último dia do ano, mas listar o que de bom aconteceu, nunca. Então vou deixar aqui hoje o que de melhor aconteceu comigo em 2008. Agradecendo a Deus por estas bênçãos e acreditando num 2009 melhor ainda. O meu balanço foi muito positivo e acho que vale a pena acreditar que o que não deu certo agora, dará em 2009.

Vamos lá, as dez melhores coisas que me aconteceram neste ano:

1.      Empregos

2.      Meus alunos

3.      Carro

4.      Mudança de casa

5.      Uma pessoa que me fez feliz

6.      Cachoeira

7.      Trilhas

8.      Vinho

9.      Viagens que fiz para Vila Velha e Manhuaçu

10.  Meu recolhimento durante um tempo, quando aprendi a viver comigo mesma e a não me submeter ao que não quero ou não me faz bem.

 

 

 

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